“Bebês e crianças pequenas não são lousas das quais o passado pode ser apagado com um espanador ou esponja, mas seres humanos que trazem em seu íntimo suas experiências anteriores e cujo comportamento no presente é profundamente afetado pelo que aconteceu antes”. Bowlby,J., Maternal Care and Mental Health, Genebra, 1961.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Temporão acredita que futuro governo manterá política para a primeira infância


08/12/2010 - 15:00
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou hoje (8) que a estratégia Brasileirinhas e Brasileirinhos Saudáveis veio para ficar, ao lembrar que um dos temas centrais da campanha da presidenta eleita, Dilma Rousseff, tratava exatamente da mulher e da criança.

“Tenho certeza de que a estratégia tem um grande potencial. Por enquanto, está sendo testada e esse teste nos permite definir e qualificar políticas e abordagens, mas a ideia é que isso possa ser universalizado”, disse, ao participar da 4ª Oficina de Trabalho Brasileirinhas e Brasileirinhos Saudáveis.
Segundo Temporão, a estratégia está sendo implantada como projeto piloto em cinco localidades: Rio Branco, Campo Grande, Rio de Janeiro, Florianópolis e Sertão do Araripe (PE). O objetivo é promover a articulação, a integração e o desenvolvimento de ações voltadas para a saúde da mulher e da criança com até 6 anos.
“Essa estratégia é fundamental porque, primeiro, trabalha a saúde não em uma visão restrita, mas ampliada e, segundo, foca mulheres e bebês no contexto da família, da comunidade. Em grande parte das situações, não se trata de inventar nada nem de construir novos equipamentos, mas de integrar as políticas públicas na ponta por meio de uma nova abordagem”, afirmou.
Para Jorge Zepeda, apoiador da estratégia em Florianópolis, a proposta do governo representa o agrupamento de atores sociais com um objetivo em comum – integrar ações de diversos setores para cuidados na primeira infância.
Patrícia Azevedo, apoiadora da estratégia em Rio Branco, contou que no município há cerca de 320 mil pessoas, e praticamente um terço é formado por crianças menores de 6 anos. “Temos uma baixa cobertura do Programa Saúde da Família, uma dificuldade imensa de manter esses profissionais na rede municipal”, destacou.
Pedro Lima, apoiador da estratégia na cidade do Rio de Janeiro, acredita que a saúde é a área com maior capacidade de promover uma aproximação intersetorial. “É nisso que estamos tentando nos pautar a partir de agora”, afirmou.

Agência Brasil

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